{"id":737,"date":"2022-02-13T15:09:03","date_gmt":"2022-02-13T18:09:03","guid":{"rendered":"https:\/\/contabilidadecaxias.com.br\/index.php\/2022\/02\/13\/casal-da-etnia-mais-perseguida-pelo-taliba-reencontra-os-filhos-no-brasil\/"},"modified":"2022-02-13T15:09:03","modified_gmt":"2022-02-13T18:09:03","slug":"casal-da-etnia-mais-perseguida-pelo-taliba-reencontra-os-filhos-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contabilidadecaxias.com.br\/index.php\/2022\/02\/13\/casal-da-etnia-mais-perseguida-pelo-taliba-reencontra-os-filhos-no-brasil\/","title":{"rendered":"Casal da etnia mais perseguida pelo Talib\u00e3 reencontra os filhos no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>S\u00c3O PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Com o dedo passando pelo pesco\u00e7o, como se fizesse um corte, Najiba Ibrahimi, 36, mostra o que teria acontecido a ela se n\u00e3o tivesse conseguido fugir de seu pa\u00eds. Sentada no trem que liga o aeroporto internacional de Guarulhos ao centro de S\u00e3o Paulo, a afeg\u00e3 de len\u00e7o amarelo re\u00fane v\u00e1rias caracter\u00edsticas que a tornam um alvo preferencial para o Talib\u00e3: \u00e9 mulher, independente, trabalhava como treinadora de futebol e ciclismo em uma escola de meninas e pertence \u00e0 etnia hazara, a mais perseguida pelo grupo fundamentalista isl\u00e2mico.<\/p>\n<p>Najiba \u00e9 filha de Sorab Kokhan, 65, e Raihana Ibrahimi, 48, um casal de refugiados que possui um pequeno restaurante de comida t\u00edpica no bairro da Liberdade, regi\u00e3o central de S\u00e3o Paulo. Na \u00faltima quinta-feira (10), ela chegou ao Brasil com a filha adolescente, um irm\u00e3o e uma prima, ap\u00f3s uma perigosa fuga at\u00e9 o Paquist\u00e3o e meses de espera e incerteza.<\/p>\n<p>Sorab j\u00e1 tentava trazer os parentes para perto dele havia dois anos, sem sucesso. Em meados de 2021, ao perceber que o Talib\u00e3 ganhava terreno rapidamente \u00e0s v\u00e9speras da retirada militar americana, ele conta que foi at\u00e9 o Afeganist\u00e3o tentar resgatar os filhos. No dia 15 de agosto, o grupo invadiu a capital, Cabul, e tomou o poder. Dali em diante, foram sete meses de agonia at\u00e9 que eles finalmente conseguissem vir para o Brasil.<\/p>\n<p>&#8220;Eles passaram por montanhas, vales, sempre escondidos porque os talib\u00e3s est\u00e3o por toda parte&#8221;, conta Sorab, sobre a fuga at\u00e9 o Paquist\u00e3o. &#8220;Em cada trecho, n\u00e3o sab\u00edamos se eles os iriam deixar passar ou n\u00e3o. Tiveram que cruzar a fronteira clandestinamente, as meninas usavam burca e entraram, mas meu filho acabou sendo preso logo depois de atravessar.&#8221;<\/p>\n<p>Abdullah, 17, passou dez dias detido. &#8220;Quando nos pegaram, eles me bateram muito&#8221;, relata o garoto, que at\u00e9 a queda de Cabul era estudante universit\u00e1rio em uma cidade da prov\u00edncia de Ghazni, no leste do pa\u00eds, onde a fam\u00edlia morava. &#8220;Eu n\u00e3o sabia o que seria da minha vida, achei que nunca mais voltaria para casa. N\u00e3o pude me comunicar com ningu\u00e9m. Minha m\u00e3e e meu pai acharam que eu tinha sido morto pela pol\u00edcia.&#8221;<\/p>\n<p>Ele acabou sendo deportado para o Afeganist\u00e3o e teve que enfrentar novamente o mesmo caminho at\u00e9 a fronteira e depois para Islamabad, capital paquistanesa, onde passaria pelos tr\u00e2mites para obter o visto. Sorab voltou ao Brasil enquanto os parentes esperavam pelo processo burocr\u00e1tico.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Abdullah, de Najiba e de sua filha, a prima deles, Setara, 24, acompanhava o grupo. A jovem, que era militar no governo anterior, teve o pai assassinado pelos talib\u00e3s e corria especial risco se ficasse no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O governo brasileiro aprovou um visto humanit\u00e1rio para afeg\u00e3os no dia 3 de setembro. Como o Brasil n\u00e3o tem embaixada em Cabul, o documento tem que ser obtido em outros pa\u00edses da regi\u00e3o, como o Paquist\u00e3o e o Ir\u00e3. O trajeto para chegar a esses lugares \u00e9 arriscado, especialmente para aqueles grupos que s\u00e3o mais suscet\u00edveis \u00e0 viol\u00eancia dos talib\u00e3s.<\/p>\n<p>\u00c9 o caso do povo hazara, ao qual pertencem Sorab, Raihana e sua fam\u00edlia. De origem mongol, a etnia j\u00e1 foi predominante no Afeganist\u00e3o, mas ap\u00f3s ser v\u00edtima de muitos massacres hoje corresponde a cerca de 20% dos 40 milh\u00f5es de habitantes do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os hazaras foram brutalmente oprimidos no outro per\u00edodo em que o Talib\u00e3 comandou o pa\u00eds, de 1996 a 2001, e s\u00e3o considerados a etnia mais discriminada pelo grupo fundamentalista. Enquanto mais de 80% dos afeg\u00e3os s\u00e3o mu\u00e7ulmanos sunitas, os hazaras s\u00e3o majoritariamente xiitas, o que os torna alvo frequente tamb\u00e9m de ataques dos terroristas do Estado Isl\u00e2mico.<\/p>\n<p>&#8220;Sempre fomos perseguidos por todos os lados. E agora come\u00e7ou a barbaridade de novo. Os fascistas do Talib\u00e3 querem exterminar o povo hazara&#8221;, afirma Sorab, que na d\u00e9cada de 1980 lutou contra os russos na Guerra Afeg\u00e3-Sovi\u00e9tica e chegou a passar dois anos preso.<\/p>\n<p>Ele migrou para o Brasil em 2011 e Raihana chegou seis anos depois. &#8220;Eu queria algum lugar para ir em frente. Aqui \u00e9 uma terra livre, um pa\u00eds bom, com democracia. Queremos estudar, ser cidad\u00e3os honestos.&#8221;<\/p>\n<p>No Brasil, Sorab deu aula de idiomas \u0097 ele fala ingl\u00eas, espanhol, franc\u00eas, alem\u00e3o, turco, persa e dari \u0097 e depois montou o restaurante no bairro da Liberdade. Inicialmente, vendia pastel e outros pratos brasileiros, mas recentemente o casal decidiu servir comida afeg\u00e3, indiana e tailandesa.<\/p>\n<p>O estabelecimento foi batizado de Ko i Baba, cadeia montanhosa de sua regi\u00e3o de origem, e o menu tem pratos como a costela afeg\u00e3 com arroz basmati e o camar\u00e3o indiano com leite de coco \u0097 que podem ser consumidos l\u00e1 ou entregues por aplicativos de delivery.<\/p>\n<p>Pouco depois da invas\u00e3o talib\u00e3 a Cabul, uma cliente brasileira, Daniele Soares, foi ao restaurante e encontrou Raihana chorando, preocupada com a fam\u00edlia. &#8220;Eu n\u00e3o conseguia mais dormir, comer, n\u00e3o sabia o que era dia e o que era noite. Fiquei com muito medo&#8221;, lembra a afeg\u00e3.<\/p>\n<p>Daniele ent\u00e3o acionou amigos e, com o aux\u00edlio de um advogado e de outros volunt\u00e1rios, os quatro refugiados finalmente conseguiram embarcar. A brasileira foi ao aeroporto acompanhar o reencontro, junto com Swany Zenobini, ativista que participou do esfor\u00e7o para ajudar a fam\u00edlia a chegar ao Brasil. &#8220;Foi um longo e \u00e1rduo processo at\u00e9 esse desfecho. N\u00e3o tem como n\u00e3o se emocionar&#8221;, disse ela.<\/p>\n<p>Na noite anterior \u00e0 chegada dos filhos, da sobrinha e da neta, o casal mal dormiu. Pela manh\u00e3, os dois foram para o aeroporto usando blusas bordadas \u00e0 m\u00e3o por Raihana. O abra\u00e7o no port\u00e3o de desembarque foi acompanhado por l\u00e1grimas e descrito por Sorab, posteriormente, com estas palavras: &#8220;O sol iluminou o mundo&#8221;.<\/p>\n<p>Na bagagem, al\u00e9m de roupas, eles trouxeram uma panela especial para cozinhar o manto, bolinho de carne bovina feito no vapor, semelhante a um guioza.<\/p>\n<p>Os seis membros da fam\u00edlia agora dividem o im\u00f3vel de dois c\u00f4modos que antes abrigava apenas o casal, em cima do restaurante. O espa\u00e7o \u00e9 apertado, mas no dia da chegada ningu\u00e9m parecia se importar. &#8220;Eu mal podia acreditar quando vi meus pais de novo. Estou t\u00e3o feliz de estar aqui&#8221;, disse o jovem Abdullah.<\/p>\n<p>No trajeto de trem at\u00e9 a casa, Najiba chorou pensando na filha mais nova, que teve que ficar. A outra filha dela, Azadeh, 16, a acompanhou na viagem. &#8220;Quero que ela aprenda o idioma, v\u00e1 \u00e0 escola e pratique esportes&#8221;, diz a m\u00e3e.<\/p>\n<p>Sorab tamb\u00e9m disse o que deseja para a fam\u00edlia na nova vida no Brasil. &#8220;Quero que eles tenham uma vida est\u00e1vel, em paz. E que pouco a pouco esque\u00e7am essa ang\u00fastia que viveram.&#8221;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00c3O PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; Com o dedo passando pelo pesco\u00e7o, como se fizesse um corte, Najiba Ibrahimi, 36, mostra o que teria acontecido a ela se n\u00e3o tivesse conseguido fugir de seu pa\u00eds. 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