{"id":19848,"date":"2022-11-20T10:37:13","date_gmt":"2022-11-20T13:37:13","guid":{"rendered":"https:\/\/contabilidadecaxias.com.br\/index.php\/2022\/11\/20\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\/"},"modified":"2022-11-20T10:37:13","modified_gmt":"2022-11-20T13:37:13","slug":"racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contabilidadecaxias.com.br\/index.php\/2022\/11\/20\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\/","title":{"rendered":"Racismo institucional: o que o Brasil aprendeu com o caso Simone Diniz"},"content":{"rendered":"<div class=\"noticia-wrapper\">\n<p><em><\/p>\n<p>25 anos depois do epis\u00f3dio de racismo sofrido pela ex-empregada dom\u00e9stica, o Judici\u00e1rio ainda tenta reparar os danos causados pela omiss\u00e3o do estado brasileiro<\/p>\n<p><\/em><\/p>\n<div class=\"social-media-share mobile\">\n        <a class=\"share-facebook\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><br \/>\n        <a class=\"share-twitter\" href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Racismo%20institucional:%20o%20que%20o%20Brasil%20aprendeu%20com%20o%20caso%20Simone%20Diniz%0AVeja%20mais%20em:&amp;url=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><br \/>\n        <a class=\"share-linkedin\" href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/shareArticle?mini=true&amp;url=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz&amp;title=Racismo%20institucional:%20o%20que%20o%20Brasil%20aprendeu%20com%20o%20caso%20Simone%20Diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><br \/>\n        <a class=\"share-whatsapp\" href=\"https:\/\/web.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><br \/>\n        <a class=\"share-googleplus\" href=\"https:\/\/plus.google.com\/share?url=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a>\n    <\/div>\n<div class=\"news-body\">\n<div class=\"imagem-da-noticia\">\n<p>Simone Andr\u00e9 Diniz no TST<\/p>\n<div class=\"social-media-share\">\n                    <a class=\"share-facebook\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><br \/>\n                    <a class=\"share-twitter\" href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Racismo%20institucional:%20o%20que%20o%20Brasil%20aprendeu%20com%20o%20caso%20Simone%20Diniz%0AVeja%20mais%20em:&amp;url=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><br \/>\n                    <a class=\"share-linkedin\" href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/shareArticle?mini=true&amp;url=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz&amp;title=Racismo%20institucional:%20o%20que%20o%20Brasil%20aprendeu%20com%20o%20caso%20Simone%20Diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><br \/>\n                    <a class=\"share-whatsapp\" href=\"https:\/\/web.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a><br \/>\n                    <a class=\"share-googleplus\" href=\"https:\/\/plus.google.com\/share?url=https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/racismo-institucional-o-que-o-brasil-aprendeu-com-o-caso-simone-diniz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><\/a>\n                <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div class=\"materia\">\n<p>20\/11\/22 &#8211; N\u00e3o h\u00e1 o que discutir: o racismo est\u00e1 impregnado no DNA nacional. A popula\u00e7\u00e3o negra \u00e9 a que mais morre no Brasil hoje, como mostra o relat\u00f3rio \u201c<a href=\"https:\/\/observatorioseguranca.com.br\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/RELATORIO_REDE-DE-OBS_cor-da-violencia_dez21_final.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Cor da Viol\u00eancia &#8211; 2021<\/a>\u201d da Rede de Observat\u00f3rios de Seguran\u00e7a do Brasil. O estudo revela que, somente na Bahia, 98% das pessoas mortas pela pol\u00edcia s\u00e3o negras. Negros tamb\u00e9m s\u00e3o os que mais morrem em a\u00e7\u00f5es policiais, independentemente do tamanho da popula\u00e7\u00e3o preta e parda do lugar.<\/p>\n<p>O racismo est\u00e1 em todos os \u00e2mbitos do Estado, na composi\u00e7\u00e3o dos quadros de trabalho de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, no alvo das a\u00e7\u00f5es policiais, nas decis\u00f5es do Poder Judici\u00e1rio, no encarceramento massivo da popula\u00e7\u00e3o negra e no negligenciamento das a\u00e7\u00f5es de repara\u00e7\u00e3o pelo poder p\u00fablico. Isso revela a exist\u00eancia de um racismo institucional, que normaliza a discrimina\u00e7\u00e3o dentro das estruturas do poder.<\/p>\n<p>Ju\u00edzes e promotores t\u00eam sido pe\u00e7as-chave na continuidade da discrimina\u00e7\u00e3o por causa da cor da pele, j\u00e1 que a maioria das pessoas que comp\u00f5em a carreira ainda \u00e9 branca, com pouca ou nenhuma familiaridade com a realidade de escassez e discrimina\u00e7\u00e3o das pessoas pretas. Basta analisar os dados da <a href=\"https:\/\/www.cnj.jus.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/rela-negros-negras-no-poder-judiciario-150921.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pesquisa sobre negros e negras no Poder Judici\u00e1rio<\/a>, realizada pelo Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ). \u00a0<\/p>\n<h4>O caso Simone<\/h4>\n<p>Simone Andr\u00e9 Diniz, mulher preta de 44 anos, filha de pai mec\u00e2nico e m\u00e3e faxineira, sentiu na pele os efeitos da discrimina\u00e7\u00e3o institucionalizada quanto tinha apenas 19 anos. Em mar\u00e7o de 1997, ela era estudante de um curso de auxiliar de enfermagem, pago por seu pai, e decidiu concorrer a uma vaga de empregada dom\u00e9stica.\u00a0<\/p>\n<p>Embora o an\u00fancio se destinasse a jovens \u201cde prefer\u00eancia brancas, com 21 anos\u201d, a observa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era um excludente, e Simone decidiu candidatar-se. Ao conversar com a respons\u00e1vel pelo an\u00fancio, foi informada que sua cor \u201cn\u00e3o preenchia os requisitos\u201d.<\/p>\n<p>Ela, ent\u00e3o, ligou para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB &#8211; Se\u00e7\u00e3o S\u00e3o Paulo) para denunciar a discrimina\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s confirmar a restri\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a imposta pelo an\u00fancio, a OAB e a v\u00edtima prestaram not\u00edcia-crime \u00e0 Delegacia de Crimes Raciais de S\u00e3o Paulo (SP). Esse foi apenas o come\u00e7o de uma longa jornada de luta contra o racismo.\u00a0<\/p>\n<h4>Omiss\u00e3o e racismo institucional<\/h4>\n<p>A not\u00edcia-crime deu in\u00edcio a um inqu\u00e9rito policial. O relat\u00f3rio do inqu\u00e9rito foi enviado ao Judici\u00e1rio com ci\u00eancia ao Minist\u00e9rio P\u00fablico, que se manifestou pelo arquivamento do caso. A fundamenta\u00e7\u00e3o do MP foi \u201cfalta de ind\u00edcios de que o ato constitu\u00edsse crime de racismo\u201d. Em apenas um m\u00eas, em abril de 1997, o caso foi arquivado.<\/p>\n<p>Inconformados, o Centro pela Justi\u00e7a e o Direito Internacional (Cejil), a Subcomiss\u00e3o do Negro da Comiss\u00e3o de Direitos Humanos da OAB\/SP e o Instituto do Negro Padre Batista apresentaram uma peti\u00e7\u00e3o contra o Estado brasileiro \u00e0 Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). A peti\u00e7\u00e3o denunciava viola\u00e7\u00f5es a diversos artigos da Conven\u00e7\u00e3o Americana sobre Direitos Humanos e da Conven\u00e7\u00e3o Internacional para a Elimina\u00e7\u00e3o de Todas as Formas de Discrimina\u00e7\u00e3o Racial. A alega\u00e7\u00e3o era a de que o Estado brasileiro n\u00e3o havia garantido o pleno exerc\u00edcio do direito \u00e0 justi\u00e7a e ao devido processo legal, falhara na condu\u00e7\u00e3o dos recursos internos para apurar a discrimina\u00e7\u00e3o racial e, por isso, descumprira a obriga\u00e7\u00e3o de garantir o exerc\u00edcio dos direitos previstos na Conven\u00e7\u00e3o Americana.<\/p>\n<p>Em 2006, a CIDH concluiu, no <a href=\"https:\/\/cidh.oas.org\/annualrep\/2006port\/BRASIL.12001port.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Relat\u00f3rio 66\/06<\/a>, pela responsabiliza\u00e7\u00e3o do Estado brasileiro e efetuou 12 recomenda\u00e7\u00f5es ao Brasil. Entre elas, a de reconhecer publicamente a responsabilidade pela viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos de Simone Andr\u00e9 Diniz e conceder apoio financeiro \u00e0 v\u00edtima, para que pudesse iniciar e concluir curso superior, al\u00e9m do pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o \u00a0por danos morais.<\/p>\n<h4>Duas vezes<\/h4>\n<p>A desembargadora Jane Granzoto, conselheira do Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ), disse, no \u201c<a href=\"https:\/\/www.tst.jus.br\/web\/guest\/-\/semin%C3%A1rio-simone-diniz-pain%C3%A9is-do-primeiro-dia-discutem-racismo-corporativo-e-papel-do-sistema-interamericano\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Semin\u00e1rio Nacional Simone Andr\u00e9 Diniz: justi\u00e7a, seguran\u00e7a p\u00fablica e antirracismo<\/a>\u201d, que Simone sofreu discrimina\u00e7\u00e3o racial duas vezes. A primeira, ao responder o an\u00fancio do emprego, e a segunda quando buscou justi\u00e7a e teve seu processo penal arquivado, a despeito das provas. \u201cEsse \u00e9 um exemplo contundente do racismo institucional que, infelizmente, persiste na sociedade brasileira\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>O semin\u00e1rio, que ocorreu na sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST) nos dias 17 e 18\/11, tamb\u00e9m faz parte das a\u00e7\u00f5es de conscientiza\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o para a igualdade racial no \u00e2mbito do Poder Judici\u00e1rio e serviu de plataforma para o debate sobre racismo estrutural e institucional.\u00a0<\/p>\n<h4>25 anos de luta<\/h4>\n<p>Hoje, Simone \u00e9 empres\u00e1ria e gerencia, junto com o marido, uma oficina mec\u00e2nica, mas se identifica como \u201cdo lar\u201d. Como milhares de mulheres brasileiras, ela cuida n\u00e3o apenas do seu lar e do neg\u00f3cio da fam\u00edlia, mas da educa\u00e7\u00e3o das duas filhas, Pietra, de 17 anos, e P\u00e9rola, de 15.\u00a0<\/p>\n<p>No momento, Simone aguarda a libera\u00e7\u00e3o de uma bolsa de estudos para cursar n\u00edvel superior. A bolsa vai ser recebida como forma de repara\u00e7\u00e3o e faz parte do rol de condena\u00e7\u00f5es da CIDH ao estado brasileiro. Ela pretende estudar gastronomia.<\/p>\n<p>Em seu depoimento no semin\u00e1rio que levou seu nome, Simone reconhece que o combate ao racismo \u00e9 uma causa coletiva. \u201cA minha luta n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 minha, \u00e9 uma luta de todas as mulheres e de todos homens negros\u201d, destaca. E o seu recado para a sociedade foi claro. \u201cA gente tem que sentir a dor da outra pessoa\u201d, ressaltou. \u201cN\u00e3o fa\u00e7a vista grossa, ajude quem est\u00e1 passando por isso, n\u00e3o deixe ter mais uma Simone Diniz\u201d.<\/p>\n<h4>Igualdade racial no Poder Judici\u00e1rio<\/h4>\n<p>A CIDH, no relat\u00f3rio do caso Simone Diniz, afirmou que uma an\u00e1lise do racismo atrav\u00e9s do Poder Judici\u00e1rio poderia levar \u00e0 falsa impress\u00e3o de que, no Brasil, n\u00e3o ocorrem pr\u00e1ticas discriminat\u00f3rias. O caso foi respons\u00e1vel pela primeira condena\u00e7\u00e3o internacional do Brasil por racismo. A partir dela, a Justi\u00e7a brasileira viu-se respons\u00e1vel pela promo\u00e7\u00e3o da mudan\u00e7a no tratamento dessas quest\u00f5es. Hoje, diversas iniciativas est\u00e3o em curso para o combate ao racismo institucional e a promo\u00e7\u00e3o da igualdade.\u00a0<\/p>\n<p>O Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ) tem um grupo de trabalho para elaborar estudos e indicar solu\u00e7\u00f5es para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas judici\u00e1rias sobre a igualdade racial. Um dos resultados do projeto \u00e9 a <a href=\"https:\/\/www.cnj.jus.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/rela-negros-negras-no-poder-judiciario-150921.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pesquisa sobre negros e negras no Poder Judici\u00e1rio<\/a>, realizada em 2021. \u00a0<\/p>\n<p>O Conselho Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico (CNMP) est\u00e1 trabalhando em um Mapa \u00c9tnico-Racial do quadro funcional do MP. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 promover um diagn\u00f3stico sobre a implementa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es afirmativas e tra\u00e7ar a\u00e7\u00f5es para o combate de poss\u00edveis desigualdades. De acordo com Ot\u00e1vio Luiz Rodrigues J\u00fanior, conselheiro do CNMP, ser\u00e1 poss\u00edvel criar na estrutura do Estado e, a partir dela, na sociedade \u201cum sentimento un\u00edssono de combate ao racismo\u201d. Trata-se, segundo ele, de um \u201cfen\u00f4meno transversal \u00e0s desigualdades de g\u00eanero e \u00e0s desigualdades econ\u00f4micas\u201d, e somente com a atua\u00e7\u00e3o conjunta do Estado e da sociedade ser\u00e1 poss\u00edvel superar parte dos problemas.<\/p>\n<p>(Franciane Ferreira\/CF)<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>25 anos depois do epis\u00f3dio de racismo sofrido pela ex-empregada dom\u00e9stica, o Judici\u00e1rio ainda tenta reparar os danos causados pela omiss\u00e3o do estado brasileiro Simone Andr\u00e9 Diniz no TST 20\/11\/22 &#8211; N\u00e3o h\u00e1 o que discutir: o racismo est\u00e1 impregnado no DNA nacional. 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